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Londres: nossas dicas de hospedagem, passeios culturais e outros rolés

por Ursulla Lodi
Londres: nossas dicas de hospedagem, passeios culturais e outros rolés

Lá em Londres vez em quanto me sentia longe daqui. Antes de seguir para o outro lado do mundo, uma parada justa: 6 dias em Londres, meio que amenizar o jet leg, meio aproveitando o stop over forçado de quem comprou passagens soltas da British Airways e Emirates para a Índia.

A capital do Reino Unido é uma das cidades mais antigas do mundo e a cara da globalização. Uma metrópole jovem, diversa, multicultural e bikeira que se tornou uma das minhas favoritas do mundo, sendo sempre um prazer revisitar e impossível de não ter novas descobertas, mesmo que tenhamos que contar muitos golpinhos para cada pound ou pint quente.

Para além do Big Ben e dos ônibus de dois andares, neste post damos dicas de passeios culturais e rolés alternativos, além de algumas sugestões de onde se hospedar em Londres, independente do seu perfil de viajante.

Muita gente viaja para Londres e fica no mesmo basicão que está nos guias de turismo desde a posse da Rainha Elisabeth II: percorrer a abarrotada Oxford Street começando no Picadilly Circus; ver a troca da guarda, o Parlamento e a Abadia de Westminster, o Buckinghan e o Kensington Palace, o Big Ben, no máximo incluindo um passeio clichê gostosinho em Notting Hill, cuja Portobello Road ganhou fama graças à Julia Roberts… Lista que só teve uma adição no século XXI, a famosa roda gigante do London Eye.

Nunca entendi muito bem este roteiro sem graça justo em Londres, uma das cidades mais globais do mundo – que está em constante transformação e onde podemos continuar eternamente tendo novas descobertas. Por aqui, o mais interessante para mim sempre foi explorar a cidade a pé nos dias mais azuis – estendendo uma canga no parque – e passar horas em museus, mercados de comida e apertada no tube nos dias cinzas.

Londres pós Brexit: Britain Exit

Antes, uma pequena contextualização sobre o Brexit, o processo de saída do Reino Unido da União Européia, pode ser interessante. O tramite está em andamento, discutindo-se no Parlamento Britânico a necessidade ou não de um acordo com o bloco, do qual os britânicos são os primeiros a se retirarem, mesmo nunca tendo feito parte do acordo de unificação monetária. Talvez, nas ondas de conservadorismo que estamos vivendo, esta seja apenas mais uma faceta controversa de reação à globalização com consequências desastrosas para a economia inglesa, que só perde ao se isolar e estimular comportamentos contrários ao processo de descolonização.

Nessa viagem, entendemos de onde advém o receio de perda de identidade. Andando pela cidade, ficamos espantadas com a quantidade de idiomas identificados. Não é à toa, já que de seus 8 milhões de habitantes, 4 em cada 10 nasceram no exterior e vieram para cá atrás de oportunidades. Londres é reflexo dessa mistura, ainda mais acentuada com a invasão corporativa que sofreu nos últimos anos. Na região de Brick Lane até White Chapel, percorremos poucos quarteirões e saímos de um bairro indiano para um bairro muçulmano. Nos mercados e feiras de comida, quase todas as barraquinhas são de delícias de todos os cantos do mundo, deixando o famoso fish’n’chips no escanteio. Mas é justamente esse caldeirão cultural que torna Londres tão interessante e dinâmica. Sobre o Brexit, este é bem impopular na metrópole, mas os londrinos têm que se acostumar com a decisão, durante uma das fases mais encantadoras da cidade, que sempre soube se reinventar.

Museus e passeios culturais

Por aqui a história é literal por quase toda esquina, a oferta cultural é imensa. Aproveite o clima nublado e a constante fog para conhecer alguns dos melhores museus do mundo sem gastar quase nada, já que a maioria tem entrada gratuita. South Kensington, bairro que concentra inúmeros museus como o próprio V&A e o Natural History, nos proporciona quase um viradão ao estilo museum-hop, se estivermos com o tempo corrido.

British Museum

Da Pedra de Roseta e múmias do Egito, ao Partenon Grego e objetos das antigas Índias, o museu é uma reunião dos tesouros de um passado colonizador inglês num belo pavilhão branco espelhado. Nessa dívida de um dividida para lá e para cá, muito ficou aqui. Sem dúvidas, uma atração imperdível para amantes de história.

💡Horário de funcionamento: bilheteria 9–16:45 (19.45 nas sextas-feiras);  Entrada gratuita. Metrô: Tottenham Court Road, Russell Square ou Holborn.

The National Gallery

Com mais de 2300 pinturas do século XIII ao XX é um dos acervos de arte mais respeitáveis do mundo, inclusive disponível em tour virtual durante a pandemia de Covid-19, se quiser ver Monet, Van Gogh, Da Vinci e Cézanne, por hora, online. 🙂

💡Horário de funcionamento: 11-18 hrs (finais de semana) e 10-17 hrs (dias de semana); Entrada gratuita. Metrô: Charing Cross ou Leicester Square.

Natural History Museum

Talvez, na minha primeira visita em Londres, quando era mais novinha, esse tenha sido o museu que mais me impactou. Não é todo dia que vemos esqueletos de dinossauros gigantes, logo no hall de entrada de um edifício de 1881, que poderia muito bem ser um castelo. Se prepare para um museu cheio de famílias, mas fique feliz pela busca de conhecimento – viva a seleção natural. É impressionante o acesso à cultura e a valorização da ciência, por aqui, bonito de ver.

💡Horário de funcionamento: 11-18 hrs; Entrada gratuita. Metrô: South Kensington.

Science Museum

Todo interativo e com atrações 3D, é o museu de ciência e tecnologia mais visitado na Europa. Seu acervo conta com mais de 15 mil peças, entre elas parte da capsula do Apollo 10. Perfeito para quem tem cede pelo saber!

💡Horário de funcionamento: 11-18 hrs (finais de semana) e 10-17 hrs (dias de semana); Entrada gratuita. Metrô: South Kensington.

Tate Modern Museum

Inaugurado no ano 2000 no prédio onde antes era uma usina elétrica, fica a maior coleção de arte moderna e contemporânea do país, que por sinal, é uma das maiores do mundo. São 5 galerias gigantes que atraem mais de 5 milhões de visitantes por ano.

💡Horário de funcionamento: 10-18 hrs (domingo a quinta) com horário extendido até as 22 horas sextas e sábados proporcionando um belo date ou happy hour pós trabalho; A coleção permanente é gratuita, e as temporárias, normalmente, são pagas. Metrô: Southwark.

Tower of London

Apesar de ser uma visita paga e não muito barata, se você está pela primeira vez por aqui, recomendo bastante, para ter um panorama da história e cultura inglesa, propriamente dita. Das polêmicas de Henrique VIII às joias da coroa, trata-se de uma bela viagem ao passado da fortaleza que já foi residência real e Torre do Terror, com vista para a belíssima e azulada Tower Bridge.

💡Horário de funcionamento: terça a sábado, das 9-17:30 hrs. Domingos e segundas, das 10:00 às 17:30 horas, fechando mais cedo durante o inverno. Entrada: 30£, com preços promocionais para jovens e entrada gratuita para crianças menores de 5 anos. Metrô: Tower Hill.

Victoria and Albert

Popularmente chamado de V&A, trata-se de um dos museus de artes decorativas e design mais importantes do mundo, dispondo de uma coleção permanente superior a 4,5 milhões de objetos em seus 7 andares. É especialmente interessante para quem gosta de moda, já que o acervo de indumentária, com mais de 14 mil peças é de cair o queixo.

💡Horário de funcionamento: 10-17:45h (diariamente); 10-22h (sextas-feiras); Entrada gratuita para as exposições permanentes e, normalmente, pagas as mostras temporárias. Metrô: South Kensington.

Passeios alternativos e rolé de bike

Mercado de flores da Columbia Road aos domingos

A Columbia Road é uma rua cheia de lojinhas coloridas em Estilo Vitoriano, indo até a Hackney Road, no bairro de Tower Hamlets (conhecemos durante uma experiência de bicicleta que fizemos que contamos mais abaixo). Todos os domingos, acontece sua secular feira de flores, ora, mais transada do que no passado. Um passeio mais do que agradável, terminando em sua charmosa pracinha.

💡 Atente para o horário: os feirantes armam suas barracas das 8 às 14 horas. A estação mais próxima é a Bethnal Green.

Regent’s Canal

Também conhecida como pequena Veneza, o canal liga o leste ao oeste da cidade pela sua parte norte, num caminho repleto de paisagens inusitadas, sendo um jeito diferente de experenciar Londres. Para cruzar o canal, devemos usar um lock, um pequeno elevador, já que a cidade não é nivelada.

Roteiro de street art

Em Londres podemos até mesmo fazer um roteiro de quantos Banksys conseguimos ver em um dia. O controverso ativista político e artista de rua anônimo, deixa sua assinatura pela cidade há décadas. Foi na cidade que seu trabalho, carregado de contexto social, surgiu para o mundo, valorizando imóveis em que eram encontradas novas obras, atraindo curiosos atrás do trabalho e do personagem que se criou. Para caçar suas artes,  achamos esse mapa online, se liga só!

Para além do trabalho de Banksy, a área de Brick Lane e bairros como Shoreditch e White Chapel concentram trabalhos de diferentes artistas com destaque para as esculturas de Vhils e os famosos brócolis coloridos de Adrian Boswell, da  Brocolli Lane Galleryque adoramos conhecer!

💡Existem algumas experiências do AirBnB para quem gosta de arte de rua: a união de grafitti e bicicleta com a @unseenlondonbikes, que foi a que fizemos, entre  outras que também parecem bem legais.

Brechós do Soho

Para além da China Town e dos ótimos restaurantes, o bairro do Soho também é famoso por seus brechós. Alguns que valem conferir: Beyond Retro, Reign Vintage e o Goldsmith Vintage. Olhamos alguns, mas apesar de valorizar a moda sustentável, economizamos no minimalismo para a viagem.

Dar pinta de hype em Shoreditch ou apenas tomar um café

Shoreditch é um dos bairros mais millenials de Londres. Por aqui você vai ver muita arte de rua, pubs, cafés moderninhos e mais brechós como o gigantesco Átila, entre aranha-céus de aço fundido e antigas construções de tijolinho. Desça pela Brike Lane (onde você também pode ver alguns Banksys, seguindo o mapa de obras do artista que colocamos acima). Se tiver fome e dificuldade para escolher, o Box Park tem várias opções de comidas rápidas, ficando bem movimentado na hora do happy hour.

Se quiser parar para um café, o Look Mum No Hands e Grid foram os nossos favoritos. O primeiro como sugere o nome, é um café bikeiro com ótima seleção de grãos e doces (além de itens para sua magrela), o segundo, um café hype super bonitinho com várias unidades em tom rosa na cidade. Mas, o melhor chocolate quente foi, sem dúvidas, o do Dark Sugars, valendo cada cent da doce facada de 4£.

Comida indiana e de todos os lugares do mundo em Londres

Não podíamos deixar de mencionar a indian food. White Chapel, bairro de imigrantes muçulmanos, paquistaneses e indianos é, provavelmente, o melhor lugar para se comer comida indiana fora da Índia. Algumas birosquinhas podem servir um sabor incrível em uma refeição completa de 3£. Mas não faltam opções pela cidade para comer um bom curry – como o Dishoom e o Talli Joe em Convent Garden e o Hoopers no Soho.

⭐ Para mais informações de onde comer veja este post: Comer bem e barato em Londres (em breve)!

London by bike

Para quem não sabe, temos uma experiência de passeio de bicicleta pelo Rio no AirBnB e sempre que podemos gostamos de conhecer cidades pedalando. Nossa escolha foi o passeio do @cambo6622 e do @unseenlondonbikes e foi um dos rolés que mais gostamos nesta viagem de Londres – sobretudo, por nos apresentar um olhar ciclístico para a cidade, passando pela London Bridge, por London City, Brick Lane e por praças e cantinhos diferentes, contando curiosidades e com muito diálogo sobre arte de rua.

⭐ Falamos mais desta experiência neste post (em breve!).

Domingo no Parque

Os gramados verdes campos de lá tem seu charme. Nada mal para um piquenique ou para apenas estender uma canga e ler um livrinho, ouvindo mentalmente Gil. Nesta viagem, no final de um outono frio, aproveitamos ainda as feiras natalinas*, entre folhas amarelinhas que se acumulavam no chão e as últimas cerejeiras que desabrochavam.

Apesar da localização central, o Hyde Park e o St. James são uma fuga para quem quer ar puro no meio do concreto. Junto com o Green Park e o Regent’s, são os quatro parques mais famosos da cidade, cada um com seu charme próprio. Mais afastado, fica o Kensington, o bonito Hampstead Heaph e o lindão Greenwitch, que adoramos conhecer.

💡 Se está indo para Londres perto do Natal*, vale saber que montam todo ano um enorme e luminoso parque de diversões no Hyde Park, funcionando nos finais de semana, com entrada gratuita. Você paga individualmente os ingressos dos brinquedos e laricas das barracas de comida.

Não dá para deixar de ir num Pub

Quase todo quarteirão de Londres tem ao menos um pub. Verdade que não fomos em tantos quanto gostaríamos. Mas é sempre uma boa pedida para se aquecer, comer um fish and chips ou tomar uma cerveja gostosa, mesmo que quente. Em Shoreditch, fomos no Old Blue Last Beer Pub, que tem apresentações de música ao vivo e pint por 6£.

Você pode até tentar escolher pelas lindíssimas fachadas dos pub’s old school ou pelo menu na porta. Mas algumas recomendações são o French House no Soho; o Auld Shillelagh, que você encontra, além da cerveja nacional Guiness, muita música boa; e o pub do hotel Culpeper em East End, que tem até uma horta orgânica em seu charmoso rooftop.

💡Para uma lista super completa de pubs londrinos veja esta matéria.

Outras regiões da cidade para conhecer

É interessante percorrer outras linhas do tube, para desbravar cantinhos diferentes, tendo novas perspetivas da cidade. Tube é o apelido carinhoso do charmoso, icônico e claustrofóbico metrô londrino: o mais antigo do mundo, com mais de 400km e 270 estações em múltiplas linhas coloridas que cortam a cidade, sendo parte da rotina de seus moradores e a melhor forma para se deslocar.

Brixton

No sul de Londres, na estação final da Victoria Line, fica Brixton, que raramente entra nos roteiros pela cidade, mas vale o rolé. O bairro periférico, formado por imigrantes, foi palco de manifestações raciais violentas em 1981,  quando a polícia entrou em conflito com milhares de jovens negros, colocando-o em foco do movimento negro mundial. Atualmente, o ~processo de revitalização~, ou gentrificação da vizinhança, atrai atenção para a cultura afro-caribenha, patenteando a Little Jamaica. 

Outra curiosidade é que andando por aqui você, certamente, verá muitas referências à David Bowie, como o graffiti na Brixton Road, já que aqui que morava o músico. Se vier, não deixe de conferir o Brixton Market, com muitos produtos frescos e restaurantes caribenhos, ocupados por chefes famosos que reforçaram o hype do bairro e sua consequente especulação imobiliária. Se quer algo mais simples, caribenho e autêntico, vá atrás do Mamma Jack.

Camden Town

No norte da cidade, outro bairro que vem se tornando cada vez mais turístico é Camden, o folclórico reduto do movimento punk nos anos 80, onde, num passado mais próximo, morava a cantora Amy Winehouse, presente em estátuas e graffitis que o decoram. Camden Town era um bairro de trabalhadores e imigrantes escoceses, no entanto, após os anos 60, começou a atrair muitos artistas, devido aos preços baratos. Hoje em dia, dificilmente se compra um imóvel por aqui por menos de 2 milhões de dólares.

Sua feira, agora toda estruturada, funciona todos os dias, com muitas opções para comer como o Cheese Bar e para comprar luminárias e meias. Mesmo tendo perdido nas últimas décadas um pouco da autenticidade, continua sendo um passeio agradável, nem que seja para tomar um café gostosinho ou descobrir uma padaria ou um novo pub, saindo da rua principal, como o The World’s End.

Greenwitch

O subúrbio conhecido pela linha do meridiano de Greenwitch pode ser um rolé interessante, ainda mais indo nos finais de semana, quando, claro, rola seu food market. Seu parque com amplos gramados é bem bonito e conta com uma bela vista da cidade. É onde fica o marco linear, o Observatório de Greenwitch, uma das casas da Rainha, além do Museu Marítimo, descendo sua colina. Só ai já tem passeio pro dia todo. Conhecemos graças a nossa anfitriã Judita, do Couchsurfing.

Food Markets e antiguidades: Portobello Road, Spitalfields, Brick Lane e Borough Market

Comer nos mercados é uma excelente dica para quem gosta de comer bem e barato. O que fica ainda mais interessante quando a feira de comida é também uma feira de antiguidades.

Todos os sábados acontece o Portobello Market, a famosa feira de antiguidades e comidas ao ar livre da Portobello Road, em Notting Hill. Verdade seja dita, o bairro de casinhas e portas coloridas é de fato uma gracinha,  mas a feira é bastante turisticona, o que não é necessariamente ruim quando pode envolver xícaras de chá da sua tataravó londrina e 1kg de blueberry por 1£. Notting Hill era um bairro muito nobre, que foi arrasado durante a segunda guerra mundial. As famílias mais abastadas se mudaram, casas que antes eram de uma unidade familiar, passaram a ser alugadas para várias, atraindo a cena artística e jovens com a acessibilidade e, consequentemente, de volta a especulação imobiliária, sendo hoje, uma das regiões mais caras da cidade.

Aos domingos acontece o famoso Brick Lane Market e o mercado de flores da Columbia Road, que destacamos acima. Mas, se quer ir atrás de comida boa, recomendamos o Borough Market e o Old Spitalfields Market. O segundo, com mais de 400 anos e que já sobreviveu à alguns incêndios, nas quintas-feiras é uma feira de antiguidades, das mais famosas e centrais de Londres. Nos outros dias, continua sendo uma ótima opção para comer. Nossas escolhas foram dumplings e uma opção vegana de comida da Etiópia, a Merkamo. 🙂

Onde se hospedar

Nessa estada em Londres, pudemos contar com a casa de amigos e depois ficamos em um couchsurfing  – nossa anfitriã queria vir ao Brasil e trocar hospedagens seria perfeito, ainda mais que nosso foco era de fato economizar para viagem à Índia, já que ficaríamos um bom tempo por lá. Mas, pesquisamos e selecionamos opções para todos os budguets e tipos de viagem. Vale a pena dar uma olhada e reservando por este redirecionamento, você ajuda a manter o nosso site no ar!

Mochileiro: 

Saint James Backpackers: quartos compartilhados com café da manhã e jantar incluídos. Apesar de não ser o mais barato dos hostels, para os padrões londrinos é uma boa relação custo benefício, levando em conta que inclui refeições. Além do que é super central, no bairro de Earls Court, ao lado de Kensington.  Se procura por música e café, pertinho fica o Troubadour.

Conforto:

The W14 Hotel: no bairro residencial de Hammersmith, na beira do Rio Tâmisa,  é uma opção central para quem não abre mão do conforto, mas não quer gastar uma fortuna. Os quartos são pequenos e moderninhos. Nos arredores fica o Lyric Theatre e Apollo House, onde acontecem apresentações musicais, além do tradicional pub Dove.

Church Street Hotel: em Brixton, não é exatamente central, mas talvez a graça esteja em justamente estar em outra área do mapa. Trata-se de um hotel latino, suas cores e decoração são vibrantes, não faltando programação alternativa na redondeza. O café da manhã continental custa 5£.

Fancy:

The Rookery: nos arredores de Shoreditch, fica este legendário hotel de 33 quartos, numa mansão do século XVIII reformada, mantendo seu estilo autêntico na decoração. Charme à parte, seu bar e jardim e o café continental por 12£.

The Soho Hotel: elegância em tons pastéis, num dos bairros mais gostosos de Londres, com opções infinitas para comer em seus arredores.

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